Osteoporose

Osteoporose é  a perda da  densidade mineral óssea, com redução da capacidade de sustentação, tendo como consequência elevado risco de fraturas. Tais fraturas ocorrem mais frequentemente nas vértebras lombares e no colo do fêmur e são capazes de debilitar um idoso por meses, podendo trazer penosas consequências para a sua saúde.

A osteoporose da pós-menopausa é a mais comum, que acontece naturalmente após a falência dos ovários. No entanto, existe também a osteoporose secundária ,que acontece, como consequência de alterações, endócrino-metabólicas, reumatológicas, renais, digestivas, neoplásicas ou por uso crônico de medicações que possam interferir no metabolismo do cálcio ( ex: uso crônico de corticóides).

A mulher atinge o seu pico de massa óssea aos 35 anos. A partir desta idade,se não houver um incremento com exercícios físicos, alimentação equilibrada e exposição ao sol, a tendência natural é que a massa óssea entre naturalmente em declínio, principalmente após a menopausa.

As atividades físicas de impacto e força, como corrida, caminhada e musculação exercem um efeito mecânico sobre os ossos dos membros inferiores e coluna, pois combinam os efeitos da gravidade e da  contração muscular. Como consequência disso, os ossos são remodelados com novas células e se tornam mais densos, mais fortes. A densitometria óssea é o exame mais adequado pra avaliar a massa óssea e o grau de osteoporose.

Exercícios físicos e alimentação rica em cálcio são estratégias fundamentais para prevenir a perda óssea e pra aprimorar eventuais tratamentos medicamentosos adotados em osteoporose já estabelecida.

Os medicamentos são os mais variados, indo desde comprimidos de uso diário, semanal e mensal às medicações injetáveis trimestrais, semestrais e anuais.

O melhor tratamento é aquele individualizado para as necessidades da paciente e deve ser conveniente e factível ao ritmo de vida.